terça-feira, fevereiro 14, 2012

Do antigamente (ou nem tanto)


Porta dos Cavaleiros (t) 1997

Um verdadeiro clássico português (um daqueles que mais se pode orgulhar de ser clássico nos vários significados da palavra), e um vinho sobre o qual não se compreende bem o afastamento do público. Se está bom? Claro que está! Pleno de vida, frescura e suavidade. Quer-se mais? Talvez, hoje procura-se o resto, mas esse resto muitas vezes é apenas componente pirotécnica. Este é daqueles tintos que não foge ao estilo directo, seco e gastronómico que tanto prezamos. Não é um vinhão. É vinho.

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