Boa ideia a de lançar um vinho tinto, robusto e intenso, após um estágio em garrafa de quase 4 anos. Pois bem, acompanhamos, faz algum tempo, as edições deste clássico vinho de Trás-os-Montes, há muito com o apoio enológico de Rui Cunha (no início, há mais de vinte anos, o enólogo foi Nicolau de Almeida).
Esta colheita de 2008 é, em comparação com a anterior, um vinho que não renega à terra que o viu nascer. É que se o 2007 estava quase perfeito no equilíbrio entre exuberância e sobriedade (um belo vinho português), este está mais maduro, quente e generoso. Continua a ser um primus inter pares, mas o ano de 2008 marcou-o muito (como seria de esperar) e enquadra-se agora mais na tipologia transmontana.
Um clássico português a não perder de vista. Depois da magnífica colheita de 2007, um bom tinto 2008, intenso e carismático (16)!






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